Se vibramos paz, irradiamos paz!

Quantas vezes queremos paz, mas é guerra o que a gente faz? Se vibramos guerra, irradiados guerra, se vibramos paz, irradiados paz.

Quantas vezes queremos paz,
mas é guerra o que a gente faz?

na escola
em casa
no trabalho
entre amigos
entre vizinhos


A intolerância cresce, 
com apego por um lado,
com repulsa pelo outro,
a ignorância cresce, 
com opinião cega,
onde a escuta se nega.


Tomando essa direção,
vivenciamos a desunião.


Se o outro pensa assim,
caminhamos de braços dados,
se o outro pensa assado,
caminhamos separados.


Assim, seguimos, 
queremos paz, 
mas é guerra o que a gente faz


Esquecemos o que são os valores humanos:
a união,
a compaixão,
o perdão.


Esses não estão na moda,
de que lado o outro está é o que importa,
se não está do meu, fecho a porta.


Se restringir a essa pequenez,
obscurece qualquer lucidez.


Esse ciclo se perpetua, 
enquanto assim a gente atua,
os outros só perdem
e nós também.


O que a gente faz,
quando o que queremos é a paz?


Rotular é um hábito da nossa mente,
refém das nossas interpretações,
cheias de ilusões.
nos tiram a paz, diariamente.


Superar esse condicionamento
é com compreensão, ir além,
de um lado e do outro,
do bem e do mal,
é aceitar o momento tal com ele é,
é terminar com o sofrimento.


Quando não julgamos as experiências, 
dialogamos com o universo,
sem resistências,
não lutamos contra,
nem desejamos o inverso.


Querer o que existe,
querer o que se tem,
é amar a realidade.
isso sim, é felicidade.


o julgamento nos tira
o poder natural da vida,
onde tudo simplesmente é.


da aceitação, 
surge a ação,
não a reação,
a ação potente
atua a favor da gente,
a ação criativa
atua a favor da vida.


O que vive, em cada um de nós, internamente,
irradia coletivamente.


Posso à guerra dar fim,
mas só dentro de mim.


Se  o que queremos é a paz,
o que a gente faz?

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